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Extrema MG   História
 Origem do Município de Extrema

Completando 107 anos de emancipação política em 16 de setembro de 2008, a cidade de Extrema, situada a 935 metros de altitude na imponente Serra da Mantiqueira, busca encontrar suas raízes como porta de entrada dos bandeirantes paulistas em direção às Minas Gerais. Assim, a origem do município é bem mais antiga, podendo chegar a 330 anos de existência como localidade conhecida, anterior às famosas cidades históricas do período Barroco de Minas. Se mencionarmos ainda o primeiro vestígio de ocupação indígena pré-colonial, podemos chegar a 2.500 anos, idade mínima estimada para a pintura rupestre da Pedra do Índio.
Mas o primeiro assentamento humano não-indígena estaria ligado à expedição do bandeirante Fernão Dias Paes Leme, que em novembro de 1674 saiu do Planalto de Piratininga, onde hoje se localiza São Paulo, rumo ao interior do atual estado de Minas Gerais em busca de ouro e esmeraldas para o Rei de Portugal. Usando uma rota mais curta e mais a oeste do que a rota de Taubaté, no vale do Paraíba, ele subiu os rios Atibaia e Jaguari, aos pés do contraforte sul da Mantiqueira. Por este caminho, Fernão Dias deparou-se com a belíssima região onde hoje se situa Extrema, que tem como ponto mais elevado a Pedra do Cume, a 1.780 metros de altitude.
Documentos oficiais, no entanto, restringem a 240 anos o início do povoamento de Extrema, fixando-se a data de 29 de novembro de 1764, quando o General Luiz Diogo da Silva, governador de Minas Gerais, resolveu transferir o Registro Fiscal de Mandú (atual Pouso Alegre) para a margem esquerda do rio Jaguari. Por isso Extrema foi originalmente conhecida pelo nome de “Registro”.
No dia 07 de agosto de 1832, foi autorizada pela Cúria da Metropolitana de São Paulo a construção da capela consagrada a Santa Rita.Diz a tradição que uma ermida foi edificada dentro de 30 alqueires de terra doados pelo fazendeiro José Alves, conhecido como “Zeca Alves”. Em 20 de setembro de 1901, já na condição de Paróquia, o então distrito de Santa Rita de Extrema passou a ser denominado município. Em 16 de setembro de 1915 o município passa a se chamar Extrema. Em 10 de setembro de 1925, a sede do município é elevada à categoria de cidade.
Cercada por uma natureza exuberante, com belas atrações turísticas e eventos culturais, e fortalecida por uma economia sólida, Extrema é hoje uma cidade de 20 mil habitantes, que conserva seus ares de interior, com jeito mineiro de ser. Integrante do Circuito das Serras Verdes, a cidade é um raro exemplo de proteção da natureza e desenvolvimento sustentável.


 
Igreja de Santa Rita
 
Na Igreja que leva o nome da padroeira da cidade, destaca-se os trabalhos de cobre martelado do artista plástico italiano Alfredo Mucci, que fez de Extrema  sua morada.
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A presença e a ausência de Alfredo Mucci  

 

Mosaico é uma atitude primária em todos os processos civilizatórios da Humanidade. Agregar pedaços para a formação de uma outra peça é coisa de instinto, procedimento natural, impulso primordial do homem.  Nossos indígenas fizeram e fazem mosaicos de penas reconhecidos como “arte plumária” na forma de cocares, mantos e ornamentos. Os povos pré-colombianos usaram pedras como topázios, esmeraldas, turquesa e também madrepérolas para revestir caveiras, objetos cerâmicos, objetos de madeiras em forma de serpente e artefatos variados.

 

Como fato artístico, a técnica dos mosaicos ganhou dimensão universal a partir de sua absorção pelos romanos que a empregaram primeiramente  nos pavimentos e depois nas paredes. No período bizantino, a partir do século V, a arte musiva subiu ao céu, ocupando tetos e cúpulas das igrejas, usada a partir de então para a difusão do evangelho, espalhando-se por toda Europa Oriental.

 

Mas a grande característica deste trabalho, segundo o testemunho dos historiadores que a estudaram, é o anonimato. Ninguém conhece os autores das obras primas de Ravenna na Itália. Não assinavam as peças. Também são desconhecidos os realizadores dos mosaicos de Hagia Sofia, em Istambul, antiga Constantinopla. O anonimato, há que se lamentar, é um aspecto terrível, às vezes trágico, da realização musiva que herdamos. Nas escavações arqueológicas os mosaicos apresentam desenhos, figuras, situações e às vezes textos que ajudam significativamente na compreensão do período histórico a que se referem. Mas o autor dos mesmos ninguém sabe, ninguém viu.

 

Isso talvez ajude a explicar porque se conhece tão pouco a obra dos mosaicistas brasileiros em geral e de um nome ilustríssimo dessa arte, como Alfredo Mucci, em particular. Trata-se de um ítalo-brasileiro que honrou e dignificou a arte musiva no Brasil, difundindo painéis, murais e obras de revestimento em muitas igrejas em Minas Gerais.

 

Ele é o autor do único livro publicado em nosso país sobre Mosaicos. Foi lançado em 1962 pela editora `Ao Livro Técnico`, do Rio de Janeiro, com o título de `Compêndio Histórico-técnico da arte musiva`. Embora seja uma edição singela, trata-se de uma verdadeira obra-prima para a época. A apresentação é de Ricardo Averini, professor de História da Arte da Universidade de Perugia, na Itália.

 

No Livro, Mucci relata a história do mosaico, fala de descobertas arqueológicas na Europa, cita mosaicistas nacionais, como Paulo Werneck, mas ele próprio deixa de falar de si mesmo, das obras importantes que realizou em Minas Gerais. Dentre todas, a mais vistosa e de maior responsabilidade, foi sem dúvida a de revestimento interno da Igreja do Carmo em Belo Horizonte, com grandes painéis da abside e do coro, assim como as estações da Via Crucis nas paredes laterais. Trata-se de obra de fôlego, que consagra qualquer artista e, no seu caso, demonstra devoção religiosa, sem a qual dificilmente levaria a cabo.

 

Também realizou decoração interna da Igreja de Santa Rita de Cássia, em Extrema, no sul de Minas, fazendo uso de seus conhecimentos de outras técnicas e linguagens artísticas, como esculturas e ícones. Decorou também a Igreja de Salto da Divisa, na fronteira norte de Minas com Bahia. Nunca estive lá, mas telefonei para o padre da Paróquia, Frei Emílio, conversei sobre as obras  ele  me garantiu estarem em bom estado de conservação. Depois, consegui localizar por telefone um fotógrafo na cidade (tem seis mil habitantes) e pedi que fizesse duas dúzias de fotos dos trabalhos, algumas das quais reproduzo aqui. Para fazer os painéis (in loco) da Igreja de Salto da Divisa, Mucci contou com a ajuda de outro artista italiano de suas relações, Piero Luisi, que logo depois retornou à Itália. Em 2004 Luisi veio ao Brasil para uma estada com seus parentes em S. Paulo. Mandei fazer cópias das fotos e enviei a ele para matar a saudade dos dias que passou em Salto da Divisa, uma cidadezinha perdida no alto Jequitinhonha, a três ou quatro horas de jardineira de Porto Seguro.

 

Dentre as obras profanas realizadas por Mucci , destaca-se o painel “A evolução da moeda através dos tempos”, que realizou em Juiz de Fora para o pavimento térreo do antigo Banco Mineiro da Produção, hoje Secretaria Estadual de Fazenda. Há outros trabalhos em Belo Horizonte, com visibilidade pública, sendo que um deles encontra-se em um prédio que fica em frente à Assembléia Legislativa de Belo Horizonte.

 

Alfredo Mucci morreu há cerca de 20 anos. Ele faz parte daquela geração de ítalo-brasileiros, a quem a arte do mosaico deve uma série de obras fundamentais desde meados século XX, espalhadas por todo o país e infelizmente ainda muito mal conhecidas dos próprios brasileiros.

 

 

Para o Summary:

 

Além de ter sido um mosaicista talentoso e realizador de obras musivas importantíssimas em todo estado de Minas Gerais, o ítalo-brasileiro Alfredo Mucci foi autor do único livro escrito no Brasil sobre mosaico : Compêndio Histórico-técnico da Arte Musiva, de 1962, pela editora Ao Livro Técnico. Apesar de seu compromisso com a arte e da importância da obra que deixou,  o artista ainda permanece um ilustre desconhecido.

 Texto Gougon


Curiosidades

Extrema um dos poucos lugares seguros do mundo

O Professor Jucelino Nobrega da Luz é um brasileiro, de 45 anos,

> paranaense,nascido em Floriano, Município de Maringá, no Estado de Paraná,
> que desde os seus nove anos de idade tem sonhos premonitórios. Ele escreve
> cartas às pessoas com quem sonha e, em casos que pressente seja
necessário,
> chega a registrar ou autenticar o conteúdo dessas revelações que,
> invariavelmente, acabam se concretizando.
> Ao passar dos anos sua maior preocupação sempre foi com a postura de
> reflexão interior das pessoas que podem modificar determinadas situações
ao
> receberem essas informações antecipadas.
>
> Premonições - advertências previstas e realizadas:
>
> World Trade Center, New York - 11/09/2001
> A primeira carta teria sido escrita em 1989 e foi endereçada ao então
> presidente dos Estados Unidos, George Bush (pai). No documento, Jucelino
> Diz que previu que dois aviões iriam atacar as torres do World Trade
Center
> no dia 11 de setembro de 2001; data que o ataque ocorreu de fato.
>
> Diz ainda que os prédios iriam cair por conta dos choques e que muitas
> pessoas morreriam.
> Há uma cópia autenticada da carta com data de 26 de outubro de 1989, no
11º.
> Tabelião de Curitiba (PR).
>
> Atentado em Madri - 11/03/2004.
> Tsunami na Ásia - 26/12/2004
> Entre os anos de 1996 e 1998, Jucelino teria escrito várias cartas sobre o
> tsunami que desvastou a Ásia em dezembro de 2004. Uma delas foi enviada à
> Embaixada da Indonésia.
> Terremoto no Japão - Kobe, 1995
> Morte do Papa João Paulo II
> As guerras enfrentadas pelos EUA nos últimos anos: Irã e Iraque. E mais
> premonições envolvendo personalidades do mundo esportivo, artístico,
> empresarial e político entre outras centenas de acontecimentos.
 

> O planeta terá somente 14 eixos seguros em todo o mundo.

> Dos 14 eixos mencionados pelo Professor, 7 deles são no Brasil.
> Existem ainda dois eixos no Canadá e na Ásia.
> Segundo o Professor Jucelino, um lugar é considerado seguro,quando
oferece
> não só condições climáticas, mas sim um conjunto de fatores que
possibilitem
> a sobrevivência por longo período, incluindo assim recursos hídricos,
> possibilidade de plantio, etc. Ele ressalta também
> que, neste momento, está fazendo pesquisas, divididas por região, para
> identificar os locais de abrigo. Nesta palestra, ele nos informou somente
as
> cidades do Sul de Minas Gerais que totalizam 11 pontos. São eles:
> 01 - Aurioca
> 02 - Itanhandu
> 03 - Maria Da Fé
> 04 - Pedralva
> 05 - Pouso Alto
> 06 - Carrancos
> 07 - Carmo de Minas
> 08 - São Tomé das Letras
> 09 - Extrema (as cidades vizinhas não são seguras)
> 10 - Bueno Brandão
> 11 - São Lorenço (lugar mediano, pois não possui os recursos considerados
> essenciais para permanência)
> 2015 - Portugal e Inglaterra -
> Têm início a maior seca que já houve nesses países, espalhando-se
> posteriormente para a França e Espanha.
> A crise seintensifica em 22 de Abril de 2015 2023 - 9 de Fevereiro -
> Terremoto de 8.9 na escala Richter em São Francisco - EUA
> 2023 - 27 de Julho - Atentado a bomba em Bali, nas Filipinas.
> 2026 - 17 de julho - Terremoto chamado `The Big One` em São Francisco
> acarretará o rompimento da divisão da Falha de Santo André, destruindo a
> Califórnia. Será maior terremoto já registrado, ultrapassando a escala
> Richter, registrando 10.8 graus. Abrirá crateras e gerará uma tsunami com
> ondas de 150 metros.
> 2029 - 13 de Abril - Asteróide Apofis passa próximo a Terra
> 2036 - 11 de Novembro - O mesmo asteróide vem em rota de colisão com a
> Terra sendo 80% de chance de impacto e 20% de chance de não ocorrer a
> colisão. Ápice de destruição da Terra
> 2043 - Data em que 80% dos seres humanos, como nós os conhecemos, serão
> dizimados
>
> As demais profecias do Professor Jucelino Nóbrega da Luz podem ser
> encontradas no livro: `O Homem à Frente das Profecias`, autor: Mario
Enzio,
> Editora: Âmbito. O livro pode ser adquirido através dos e-mails:
> A magnitude do trabalho do Professor Jucelino pode ser conferido no site:

Reportagem: Revista Istoé     21/06/2006
Extrema um bom lugar para viver
Fotos: Divulgação  
Tranqüilidade: o prefeito Sebastião
Rossi considera sua cidade uma
ilha de excelência
 
A avaliação do prefeito
 


 

Projetos especiais Pesquisa
Databrain / Poços de Caldas (MG)
Um bom lugar
para viver
A cidade tem uma das melhores
qualidades de vida do Estado

Perto da divisa entre São Paulo e Minas Gerais, do lado mineiro está a pequena cidade de Extrema. Com pouco mais de 22 mil habitantes, encontra-se ali uma situação invejável. De acordo com o Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), o município está entre os dez com melhor qualidade de vida, entre as 853 cidades do Estado. Para tanto, conseguiu-se ali o índice de 0,727, bem próximo ao da primeira colocada, a capital Belo Horizonte, com 0,758.

Como se chega a essa posição? Em Extrema, a fórmula passa por saúde e educação. Desde 2004, mais de R$ 8 milhões já foram investidos no aprimoramento da qualidade do sistema de saúde. O resultado veio rápido: cinco novos Postos de Saúde da Família (PSFs) e aumento da distribuição de medicamentos e de consultas médicas entre a população. “A saúde em Extrema é um grande orgulho”, defende o prefeito Sebastião Rossi (PSDB).

A educação também é uma vertente importante. Nos últimos anos, foram gastos R$ 13,8 milhões para melhorar a qualidade do ensino. A prefeitura realiza cursos e oficinas para capacitação dos professores e oferece gratificação por desempenho profissional. A boa avaliação do governo municipal constatada na pesquisa mostra que a população de Extrema aprova os serviços prestados.

 

      Revista Istoé  23/12 /2006


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